Sabe quando parece que está tudo se movimentando, tudo funcionando, e você está lá, parado, sem rumo, sem atividades, sem NADA? Pois é.
A busca de uma mão em que eu possa entrelaçar está competindo com a procura de um recurso de se fazer dinheiro. E, nessa procura, que pode ser cansativa, ou não, estão os sonhos e a incerteza do meu futuro. Pode ser muito filósófico de minha parte, mas é isso que eu sinto.
Aventuras passadas se tornando presentes, casos antigos se tornando atuais... Uma reciclagem ou uma oportunidade nova? Por mais desastrosa que tenha sido, seria uma nova oportunidade batendo em minha porta?
Seria melhor eu focar no futuro, incerto, improvável, temido, surpreso, dramático, triste, feliz, sem, com AMOR?
A vida poderia ser mais fácil.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
White flag?
Uma das coisas que eu mais temia, aconteceu.
O que fazer quando se encontra a pessoa que você menos quer ver no mundo? Dar um oi falso e um sorriso amarelo? Sair dando indiretinhas na rua? Fingir que não viu? Foi o que eu optei.
Sorte que não estava sozinho. Lucky Strike e Luciana estavam lá pra não me deixarem lacrimejar nem por um segundo.
Mas, e depois da visão? Confesso que não foi fácil não se lembrar das lembranças maravilhosas e péssimas e não ficar todo derretido depois. Até sonhar eu sonhei. Que foi um pesadelo, pra ser sincero.
Seria isso toda a tristeza e decepção que eu sinto por dentro e se refletiu no 'sonho'?
Será que tá na hora pra alguém acabar com isso e alguém levantar a bandeira branca da maturidade e sinceridade?
#welcometothetwentysecondcentury
O que fazer quando se encontra a pessoa que você menos quer ver no mundo? Dar um oi falso e um sorriso amarelo? Sair dando indiretinhas na rua? Fingir que não viu? Foi o que eu optei.
Sorte que não estava sozinho. Lucky Strike e Luciana estavam lá pra não me deixarem lacrimejar nem por um segundo.
Mas, e depois da visão? Confesso que não foi fácil não se lembrar das lembranças maravilhosas e péssimas e não ficar todo derretido depois. Até sonhar eu sonhei. Que foi um pesadelo, pra ser sincero.
Seria isso toda a tristeza e decepção que eu sinto por dentro e se refletiu no 'sonho'?
Será que tá na hora pra alguém acabar com isso e alguém levantar a bandeira branca da maturidade e sinceridade?
#welcometothetwentysecondcentury
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Dancing on my own.
Por mais incrível que pareça eu nunca fui muito de balada. Curto as músicas na versão original, as remixadas perdem toda a graça e sempre tive a ideia de balada ser um local pra se achar alguém e passar uns momentos sem que a carência predomine. Mas comigo é totalmente o contrário. O lugar que eu tinha mais carência era lá, em que todos demonstravam afeto um com o outro (ou não), meus amigos todos se atracando com outros indivíduos, e o Lucas lá, sozinho, de cara feia, com tédio, querendo sair dali e ir direto pra um filme romântico, onde o cara mais lindo do filme se apaixona por você e tudo fica bem.
Por essas coisas, eu não via mais graça em passar a noite numa boite, preferia mil vezes a internet, com toda a sujeira disponível do mundo no seu monitor, do que ficar lá de saco cheio, ouvindo músicas que não me satisfazia, vendo meus amigos com todo mundo, e eu sobrando pro velho bêbado.
Mas, eis que, depois de uns 2 anos, meu amigo me chama pra ir, naquela mesma casa noturna, para 'relembrar os velhos tempos'. De primeira achei que ia ser aquele pesadelo tudo de novo, mas me dei conta de que em dois anos, as pessoas mudam, e eu mudei. Por que não? Não era o tipo de música que eu mais odiava, eu estava com meus mesmos amigos também crescidos... No mínimo eu iria me divertir.
Não deu outra! Foi uma das noites mais gostosas e mais dançadas da minha vida. Sem brinks. Ir pra balada com a ideia de ir 'só pra dançar' muda sua noite completamente. E, se alguém quiser alguma coisa, que venha até você, não se sacrifique.
Faça a vadiazinha e dance on yourself.
;)
Por essas coisas, eu não via mais graça em passar a noite numa boite, preferia mil vezes a internet, com toda a sujeira disponível do mundo no seu monitor, do que ficar lá de saco cheio, ouvindo músicas que não me satisfazia, vendo meus amigos com todo mundo, e eu sobrando pro velho bêbado.
Mas, eis que, depois de uns 2 anos, meu amigo me chama pra ir, naquela mesma casa noturna, para 'relembrar os velhos tempos'. De primeira achei que ia ser aquele pesadelo tudo de novo, mas me dei conta de que em dois anos, as pessoas mudam, e eu mudei. Por que não? Não era o tipo de música que eu mais odiava, eu estava com meus mesmos amigos também crescidos... No mínimo eu iria me divertir.
Não deu outra! Foi uma das noites mais gostosas e mais dançadas da minha vida. Sem brinks. Ir pra balada com a ideia de ir 'só pra dançar' muda sua noite completamente. E, se alguém quiser alguma coisa, que venha até você, não se sacrifique.
Faça a vadiazinha e dance on yourself.
;)
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Finally free?
Desde pequeno eu sempre fui excluidinho. Ninguém gostava de fazer amizade comigo, ninguém me entendia, até 'expulso' de um grupinho eu já fui. Isso continua na minha cabeça.
Declarações de amizade e/ou admiração são coisas novas pra mim.
Como se portar com alguém chorando na tua frente, dizendo que vai sentir tua falta no seu primeiro local de trabalho, dizendo que você é a pessoa mais alto-atral de se trabalhar? Como se portar com alguém que te declara que é o melhor amigo dela pra uma pessoa que nunca teve amigos de verdade e sequer colegas de trabalho que te apoiaram tanto e fizeram seus dias de trabalho chatos, bem melhores? Como se portar em saber que você é a pessoa que fez o dia de trabalho dos outros muito melhor e que sua companhia é essencial, depois desse passado terrível?
Essa sensação é a coisa mais maravilhosa do mundo. Me faz esquecer de todas as palavras que o cara com dentes feios me disse quando queria acabar com tudo. Todas as palavras finas que eu li do escoteiro e de todas ilusões com... aquele lá.
Um ciclo de exatos 1 ano e meio se fechou. Foi o melhor ciclo que tive até agora. Aprendi muitas coisas, conheci pessoas maravilhosas, que com certeza levarei pra sempre comigo.
E não, não irei parar de dar créditos pra Sereia, ela me fez e ainda faz muito bem.
-Luv
Declarações de amizade e/ou admiração são coisas novas pra mim.
Como se portar com alguém chorando na tua frente, dizendo que vai sentir tua falta no seu primeiro local de trabalho, dizendo que você é a pessoa mais alto-atral de se trabalhar? Como se portar com alguém que te declara que é o melhor amigo dela pra uma pessoa que nunca teve amigos de verdade e sequer colegas de trabalho que te apoiaram tanto e fizeram seus dias de trabalho chatos, bem melhores? Como se portar em saber que você é a pessoa que fez o dia de trabalho dos outros muito melhor e que sua companhia é essencial, depois desse passado terrível?
Essa sensação é a coisa mais maravilhosa do mundo. Me faz esquecer de todas as palavras que o cara com dentes feios me disse quando queria acabar com tudo. Todas as palavras finas que eu li do escoteiro e de todas ilusões com... aquele lá.
Um ciclo de exatos 1 ano e meio se fechou. Foi o melhor ciclo que tive até agora. Aprendi muitas coisas, conheci pessoas maravilhosas, que com certeza levarei pra sempre comigo.
E não, não irei parar de dar créditos pra Sereia, ela me fez e ainda faz muito bem.
-Luv
Assinar:
Postagens (Atom)