domingo, 27 de fevereiro de 2011

Is that really new?

Dois meses!
O que fazem sessenta dias na vida de uma pessoa como eu? Tão imprevisível quanto a vida pode ser.
Falando em vida, ela é engraçadinha, né? Ela sempre dá um jeito de nos mostrar os dois lados, o ruim e o bom, o sim e o não, e os porquês principalmente. Recentemente ela me mostrou o porquê que acontecia coisas terríveis comigo (pro lado emocional, claro). E eu aprendi, com meus próprios erros, e com os erros dos outros. E que erros. Nada que você queira que seja concreto e duradouro pode acontecer tão rápido, sem pensar, sem planejamento. Anyway, quem sabe, sabe. Quem não sabe, um dia irá saber.

2011 começou bom. Reveillon na Paulista, pizza no Habib's ás 05h da manhã. Emprego novo, desemprego de novo. Faculdade, pessoas novas, amores novos. E, meus picos sempre ali, o mais importante.

Happiness

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Fast cars. Shooting stars.

Until it's Vegas everywhere we are.

O ano acaba, e começam os costumes clichês: planos intermináveis para o ano seguinte (que dificilmente serão realizados), a necessidade de se fazer viagens e confraternizações e a reflexão do que foi feito no ano presente. Este último item eu faço em todas as épocas do ano, independente de ser clichê ou não. E neste final de ano, faço novamente: o que esse ano significou pra mim?
Tive momentos maravilhosos com meus queridíssimos amigos, como tenho desde 2008, mas a mudança que tanto busco, desde que me entendo por gente, eu ainda não alcancei.
Saí de um emprego maravilhoso, entrei em um horroroso, saí, entrei em outro até que divertido e de repente recebo uma demissão por um problema que eu tenho que é, digamos, crônico.
Deixei de me apaixonar por pessoas que só querem minha amizade, e dei minha amizade à elas. Me apaixonei por pessoas que de princípio seriam uma super experiência, foi, mas o final foi o mesmo de todos.
2008 foi lindo, 2009 foi péssimo, 2010 foi neutro. Pelos meus cálculos, 2011 TEM de ser um ano mágico, em que eu não deixe meus sonhos escaparem de modo algum para que os próximos anos não sejam nem péssimos nem neutros: todos perfeitos, como eu sempre sonho.
Pode ser impossível.
Acho que é impossível.


Tenho que parar de fazer textos como esse...
I tried to tell you but all I could say is oohhhh

terça-feira, 23 de novembro de 2010

The knowledge.

Conhecimento.
Sobre todas as coisas, o conhecimento é sempre válido. Como na música da Janet que postei acima.
Mas, existem alguns conhecimentos em que eu não consigo obter pelo tempo e pela convivência com as pessoas. Existem conhecimentos em que eu preciso adquirir do lado de uma pessoa. Num relacionamento, vamos dizer assim. (Ok, nesse blog eu só falo dessas merdas de relacionamento, e daí?)
Eu como uma pessoa virgem de relacionamentos duradouros, não sei como é que se faz para obter um de mesma qualidade. Se são gestos, se são dizeres em horas específicas, se são atitudes inovadoras... Realmente eu não sei.
E como se faz quando finalmente você encontra alguém, pensa que você vai finalmente abrir a Cartilha do Relacionamento Duradouro e quando você for abrir a primeira página, a pessoa tira bruscamente de suas mãos, deixando você com água na boca para ver o que de tão valioso tem ali dentro...
O que restam são lágrimas. Lágrimas que não são doces, que não são salgadas, não são amargas... São de um sabor único, e que muitas vezes é um aviso para que você deixe de viver o que você vive hoje e tentar uma mudança brusca em sua vida afetiva.
É isso aí.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Miss-takes

Erros, erros, erros.
Parece que o que eu mais faço na vida são erros. De diversos tipos. Pelo menos erros de amizade passam longe de mim. Em compensação, os erros com minha vida afetiva estão começando a dar o ar da graça.
Foda quando eu cometo estes erros, eu tenho a sensação de que o que eu mais quero está nas minhas mãos, que somente eu terei o poder de consertar e resolver tudo isso futuramente, ou não. Que minha resposta tem que ser dada com antecedência, para ver se o juiz aceita ou não. E depois vem a angústia em saber que o que antes estava em minhas mãos agora está nas mãos do juiz, e a decisão será dele. A decisão do meu tão sonhado futuro brilhante ao lado de uma pessoa especial está prestes a acontecer, ou não.
Ok, sou imaturo pra essas coisas. O que eu acabei de escrever é óbvio! Mas, quando isso realmente acontece, pela primeira vez na vida, eu tenho que ter algum suporte do juiz, ninguém nasce sabendo como é difícil lutar por alguém, emocionalmente.
Uns dizem que o tempo cura tudo. Eu concordo em parte. O tempo pode curar como também pode trazer mais pensamentos ruins, mais desconfiança, mais vontade do parceiro de se sentir livre... Enquanto eu aqui, me sinto angustiado com a espera, de um sim, de um não, crio expectativas, que depois serão falsas, ou serão verdadeiras e eu posso viver aquilo que eu sempre quis, ou voltar a chorar baixo por aí, guardando para mim toda a tristeza de que uma vida sonhada por tanto tempo for despedaçada lentamente. Lentamente. Lentamente...

Acho que preciso de um cigarro.